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SindusCon-SP convoca engenheiros e arquitetos para revisão das normas porn hub mobile
de instalações prediais de água fria e quente

 

 

Ana Paula Rocha (PiniWeb)

 

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O SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) convocou engenheiros civis e arquitetos a auxiliarem no processo de revisão das normas de projeto e execução de instalações prediais de água fria e de água quente (NBR 5626 e NBR 7198). O objetivo da entidade é criar em breve uma comissão de estudos para a revisão das normativas junto à ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

O apelo foi feito diante dos profissionais presentes no "6º Seminário Tecnologia de Sistemas Prediais: Qualidade e Inovação", realizado no dia 28 de outubro, na sede do sindicato, na capital paulista. Em vigor desde 1993 e 1998, a NBR 7198 e NBR 5626, respectivamente, não contemplam uma série de questões que surgiram nos últimos anos, como instalações prediais em edifícios mais altos, problemas de contaminação e uso racional da água, entre outros aspectos.

"Os textos dessas normas estão em conflito com uma série de novas normas que entraram em vigor", afirma Marina de Oliveira Ilha, professora da Faculdade de Engenharia Civil da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). "Por exemplo, no caso da temperatura. Enquanto a NBR 7198 limita a temperatura da água para consumo humano em 70°C, a NBR 8130 (Aquecedor de água a gás tipo instantâneo - Requisitos e métodos de ensaio) determina ΔT de 55º, o que já ultrapassa os 70ºC", exemplifica.

Além disso, as normas não fazem referência a novos materiais e componentes da construção civil. "Todo mundo sabe que novos materiais surgem a todo o momento, então, quando as normas forem revisadas, é preciso criar um capítulo que possibilite o uso de novas tecnologias, porém desde que seu desempenho seja comprovado", acredita Marina.

Para a professora da Unicamp, as duas normas deveriam virar uma só. "As metodologias das normas são muito similares e existe uma forte interação entre os dois sistemas. Por isso, é necessário estabelecer condições de funcionamento compatíveis", defende.

Apesar da mobilização do SindusCon-SP, ainda não há previsão de quando essa comissão deve ser criada. "Vamos registrar os contatos dos profissionais interessados e criaremos esse grupo o mais rápido possível", disse Maria Angélica Covelo e Silva, coordenadora técnica do CTQ (Comitê de Tecnologia e Qualidade) do sindicato.

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