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ABENC-BA inaugura escritório em Feira de Santana

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Na próxima quinta-feira, 29 de setembro, às 19h, a Associação Brasileira de Engenheiros Civis – Departamento da Bahia – ABENC-BA fará a abertura da criação do seu escritório regional em Feira de Santana. O encontro será realizado na Associação Comercial do município, localizado no Largo do São Francisco (Kalilândia). Em 30 anos de fundação, a Abenc é pioneira nesta ação, cujo objetivo é dar mais dinâmica ao processo de interiorização da entidade, no apoio a atuação dos profissionais no mercado de trabalho, além da defesa dos interesses da sociedade.

 

A presidente da Abenc-BA, engenheira Rute Carvalhal Borges, reforça que a iniciativa visa atrair mais engenheiros civis num importante pólo de desenvolvimento do Estado. “Será uma oportunidade de avançarmos nas discussões sobre o campo de atuação profissional, nas questões que envolvem os processos públicos, as atividades realizadas por pessoas não habilitadas, até a interferência de outros profissionais na nossa área de atuação, a exemplo dos arquitetos e do sombreamento profissional”, aponta a presidente.

 

O escritório será dirigido pelo engenheiro e professor Gerinaldo da Costa Alves, que explica como será o atendimento. “Sendo uma primeira experiência, ainda iremos construir uma metodologia de atuação. Como primeiros passos, vamos desenvolver ações que promovam a visibilidade da entidade e sua participação na vida da comunidade, buscando defender interesses dos profissionais e da própria Engenharia, sempre à luz do que rege o seu Estatuto”.

 

Sobre a ABENC-BA: É uma entidade de utilidade pública de acordo com a Lei Municipal nº 3.928/1988, sem fins econômicos. Foi fundada no dia 18 de agosto de1986. É a única entidade no Estado da Bahia que congrega exclusivamente engenheiros civis e tem por objetivo, em favor da sociedade, o aperfeiçoamento técnico–científico e o desenvolvimento cultural dos Engenheiros Civis, em todo território baiano.

 

SERVIÇO:

Solenidade de criação do escritório da ABENC-BA em Feira de Santana

29 de setembro, às 19h

Associação Comercial – Largo do São Francisco, 43 – Kalilândia

Feira de Santana – BA

 

Confira os destaques da 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia

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Com o tema “A engenharia a favor do Brasil: mudanças e oportunidades”, a 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea) reuniu cerca de 2.500 profissionais na cidade de Foz do Iguaçu, de 29 de agosto a 1º de setembro. A Abenc-BA esteve representada através de sua presidente,  eng. Rute Carvalhal, seu diretor financeiro, eng. Paulo Sertório e de cinco conselheiros titulares: engenheiros Leonel Borba, Luis Claudio Vargas, Luis Edmundo Campos, Manoel Albuquerque e Marcelo Cajado.

 

Durante o encontro ocorreram diversas palestras importantes, com temas relacionados ao futuro da engenharia frente ao cenário turbulento da economia brasileira, as inovações tecnológicas e os processos de globalização no exercício dos profissionais engenheiros, além dos temas: Ética, Acessibilidade e Equidade de gênero, abordagens que fortaleceram ainda mais a participação dos profissionais.

 

Na oportunidade foi realizada a 3ª edição do Congresso Técnico Científico da Engenharia e Agronomia (Contecc), com divulgação de trabalhos técnicos científicos desenvolvidos nas mais diversas instituições do país. Também foram apresentados os projetos vencedores do 1º Prêmio Mútua de Empreendedorismo, criado para incentivar processos, produtos e serviços inovadores. A iniciativa é feita com a parceria da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

 

Na sequencia, dias 02 e 03 de setembro, foi a vez do 9º Congresso Nacional de Profissionais (CNP), que reuniu 594 delegados estaduais e institucionais e 180 convidados. Foram 83 propostas enviadas de todo o país e 54 delas aprovadas. Todas serão submetidas nos próximos meses a oitivas nos Creas.

 

A Abenc-BA contou com a participação dos engenheiros Marcelo Cajado na qualidade de delegado e Luis Claudio Vargas, na qualidade de convidado.

 

O conselheiro pela Abenc-BA, eng. Luis Edmundo Campos, único baiano a participar do evento na qualidade de palestrante, ministrou o tema “Obras de Contenção e Estabilização de Encosta”. Campos é professor da Escola Politécnica da Ufba, Coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil da Bahia e Coordenador Adjunto Nacional das Câmaras Especializadas de Engenharia Civil do Confea.

 

Ao longo do encontro, duas importantes reuniões foram realizadas, com participação da Abenc-BA. A primeira sobre Entidades de Classe na Constituição e Funcionamento do Sistema, sob o comando do presidente do Confea, Eng. José Tadeu da Silva. Na ocasião, Tadeu fez um relato histórico do sistema e destacou a importância das entidades. Recebeu questionamentos sobre quais medidas que serão adotadas para viabilizar a implantação da Resolução 1075/2016, criada para estabelecer as regras de repasses para as entidades e que até o momento não permitiu o uso dos recursos, principalmente daqueles oriundos dos pagamentos das ART’s e que tem causados problemas sérios, inclusive de fechamento e cancelamento de vínculo representativo nos CREAs de todo país.

 

O Confea, através de seu presidente, assumiu o compromisso de resolver todas as questões que hoje dificultam a implantação das novas regras de repasse e que em breve as entidades estarão realizando os novos convênios.

 

A segunda reunião foi a convocação da Abenc Nacional, que propôs questões sobre ações judiciais em andamento, a situação de cada departamento, propostas a serem defendidas pelos delegados na CNP, e sustentação financeira das entidades.

 

No início do encontro houve inversão de pauta e foram tratadas as propostas do CNP e em seguida a reunião com os presidentes das entidades regionais. O presidente Nacional Eng. Francisco Ladaga, levantou o questionamento sobre apoio a novas entidades de engenharia civil que estão trabalhando para ter assento no Colégio de Entidades Nacionais e os presentes apontaram a necessidade de rever o atual Estatuto – que não apresenta qualquer impedimento de apoio por parte das regionais – em apoiar novas organizações. Ficou definido que a Abenc Nacional deverá protocolar documento junto ao Confea sobre a criação da nova resolução que inviabiliza a manutenção das entidades vinculadas ao sistema e também contribuir para solucionar o impasse existente em algumas regionais e a representação nos Creas do país.

 

No final, a pedido da presidente da Abenc-BA, foi feito o registro dos presentes na reunião, com a bandeira da entidade, como mais uma forma de registrar as comemorações dos 30 anos de fundação, ocorrido no dia 18 de agosto, em sua sede.

 

 

Texto elaborado pela presidente da Abenc-BA, Rute Carvalhal, com o resumo da SOEA.

 

Theodoro Sampaio é homenageado na abertura da 73ª Soea

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O engenheiro baiano Theodoro Fernandes Sampaio foi uma das personalidades homenageadas com a inscrição no Livro do Mérito da Engenharia, na noite de abertura da 73ª Semana Oficial da Engenharia e Agronomia (Soea), que está sendo realizada de 29 de agosto a 1º de setembro, em Foz do Iguaçu (PR). A cerimônia foi prestigiada por mais de três mil pessoas. Neste ano, o Confea homenageou 24 profissionais da área tecnológica do Brasil.


O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA), engenheiro mecânico Marco Antonio Amigo e o presidente do Instituto Politécnico da Bahia (IPB), engenheiro eletricista Caiuby Alves, representaram a família de Theodoro Sampaio no evento. Na ocasião o gestor do Crea-BA ressaltou a importância da homenagem àquele que fez história na engenharia da Bahia e do Brasil. “Mais que merecida essa homenagem a um profissional exemplar que se dedicou não só a área tecnológica, mas também a política e a literatura”, ressaltou.


O presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, destacou que o país passa por uma grave crise econômica, política e ética e lembrou que existem mais de 30 mil obras paralisadas ou inacabadas país afora. ”Não tem prejuízo maior do que esse”. José Tadeu também defendeu a presença de engenheiros no planejamento e no poder decisório do país, lembrando-se da importância que a Soea tem para debater as grandes questões da Engenharia nacional. “A Engenharia e a Agronomia estão a favor do Brasil e é grande a nossa responsabilidade neste momento”.


O presidente do Crea-PR, Joel Krüger, destacou a realização do 9º Congresso Nacional de Profissionais (CNP), evento trienal que será realizado após a Soea. “Será o grande momento de alterarmos os marcos legais de nosso Sistema que dificultam nossa possibilidade de realizar mudanças”. Sobre a organização do evento, ressaltou que “desde que o Paraná foi escolhido para sediar esta Semana, tudo foi planejado para cumprir todas as etapas que envolvem a realização de uma Soea”.


 

Láurea do Mérito – O Sistema Confea/Crea prestou homenagem a 24 profissionais em reconhecimento à importância e ao trabalho prestado à sociedade. Para o chanceler da Comissão do Mérito, Mário Amorim Varela, o momento é de reconhecer o trabalho que muitas vezes é desenvolvido solitária e anonimamente. “É singular porque celebramos o brilho da vida de notáveis colegas, que empreendendo ciência, tecnologia, atitudes e sentimentos, fomentaram o crescimento e a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros”.


Ao agradecer a homenagem em nome dos que receberam a Medalha do Mérito e dos que tiveram seus nomes inscritos no Livro do Mérito, 24 ao todo, Roberto Heinrich valorizou “o tempo das horas dedicadas pelos homenageados ao trabalho, em especial ao ensino”.
 

Anualmente, os homenageados vivos recebem uma medalha. Os homenageados in memoriam são inscritos no Livro do Mérito, cujos registros ficam nos arquivos e biblioteca do Confea. Em 2016, o reconhecimento em separado de três instituições: Clube de Engenharia da Paraíba, Sindicato de Engenheiros no Estado de Minas Gerais e Curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Paraná.
 

 

Theodoro Fernandes Sampaio trabalhou como engenheiro sanitarista, urbanista, arquiteto, geógrafo, geólogo, topógrafo, historiador, literato, antropólogo etc. Atuou na Comissão Hidráulica do império, que realizou estudos sobre os portos e navegação no interior do país. Foi um dos idealizadores da criação da Escola Politécnica de São Paulo e um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Elaborou a planta cadastral da cidade de Salvador, em 1905, e atuou no plano para instalação, ampliação e modernização das redes de água e esgoto da capital baiana. Foi eleito deputado federal, em 1927 e escreveu sete livros, entre eles, História da Fundação da Cidade da Bahia e o Tupy na Geografia Nacional, ainda hoje importantes referências bibliográficas. Dois municípios brasileiros (um na Bahia e outro em São Paulo) foram batizados com o nome do homenageado.


A iniciativa de indicar Theodoro Sampaio para ser condecorado com a inscrição no livro do mérito da engenharia partiu do Conselheiro do Crea e Coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Química, Luciano Hocevar. Para ele é preciso se fazer uma homenagem a sua obra e memória: “Sua trajetória profissional foi grandiosa. Deve ser valorizada e divulgada para que possa servir de inspiração para novos profissionais”, afirmou.

 

Nadja Pacheco
Com informações da Assessoria de Comunicação do Confea

Fonte: Ascom Crea-BA

 

ABENC-BA comemora 30 anos de fundação e inaugura galeria dos Presidentes

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A Associação Brasileira de Engenheiros Civis – Departamento da Bahia – Abenc-BA, comemorou, na noite desta quinta-feira (18), 30 anos de fundação. A solenidade, que também foi marcada pela inauguração da Galeria dos Presidentes, aconteceu no auditório Eng. Manoel Segura, Edifício Torres do Parque (Itaigara) e reuniu diretores, familiares, associados, autoridades e amigos da entidade.

 

Na mesa de abertura, a presidente Rute Carvalhal enalteceu a luta dos 86 engenheiros civis que ajudaram a fundar a Abenc-BA, no dia 18 de agosto de 1986, traçou um histórico da entidade e das ações promovidas em 30 anos de criação. “Hoje é dia de festa. É uma grande honra prestar esta singela homenagem a todos que acreditaram e continuam acreditando que somente com a nossa união é que estaremos ocupando lugar de destaque no cenário baiano”, pontuou Carvalhal.

 

A mesa solene também foi composta pelos engenheiros Raimundo Borges, presidente vitalício da entidade, Luis Edmundo Prado Campos, representando o Crea-BA e a Escola Politécnica da Ufba, Flavio Correia de Souza, presidente do Crea-DF, Ubiratan Félix, presidente do Senge-BA, Caiuby Alves, presidente do Instituto Politécnico da Bahia e o diretor geral da Mutua-BA, Joseval Carqueija.

 

O represente do Crea-BA, engenheiro Luis Edmundo Campos, em seu discurso, parabenizou a Abenc pelos 30 anos, destacou que a entidade é a segunda do Estado a congregar o maior número de engenheiros, depois do Senge, que é sindicato, e pediu a todos para refletir sobre o atual momento da engenharia, que sofre com a crise econômica do país. “Apesar de termos uma profissão muito bonita, somos desunidos. Vamos aproveitar este momento para reerguer a nossa profissão”.

 

Ao saudar toda a diretoria da Abenc-BA, o presidente do Crea-DF, engenheiro Flavio Correia, agradeceu ao convite e falou da importância da associação baiana. “Sinto-me lisonjeado em estar comemorando o aniversário de uma entidade que tem se mostrado sólida e forte. Devemos reconhecer e valorizar o passado para construir o futuro e o Crea-DF estará sempre a disposição da Abenc nesta caminhada”.

 

Homenagens aos ex-presidentes

 

A festa de 30 anos foi marcada pela inauguração da Galeria dos Presidentes da Abenc-BA e homenagens, com um diploma e uma placa, aos oito presidentes que estiveram à frente da entidade, desde 1986. O Crea-BA recebeu as mesmas honrarias pelo apoio a Engenharia Civil baiana e defesa da sociedade.

 

Foram homenageados os ex-presidentes: Raimundo Pereira Borges (1986, 1987/1988, 1989/1990); Rui Ribeiro Cordeiro (1991/1992); Ayrton Sá de Faria (1993/1994; 1995/1996); Dario Quirino Nery, in memoriam (1997/1998; 1999/2000); Francisco Correia Guerreiro (2001/2002; 2003/2004); Manuel Segura Martinez, in memoriam (2005/2006); Enéas Cardoso de Almeida Filho (2007/2009; 2010/2012) e Valter Souza Moraes Sarmento (2013/2015).

Emocionado, o engenheiro Raimundo Borges lembrou a luta dos amigos, muitos ali presentes, em fundar a Abenc-BA, e fez um pedido. “Na década de 80 havia resistência da academia, dos profissionais e dos empresários, que não acreditavam no fortalecimento de uma base profissional. Agora, na companhia de muitos amigos que estiveram comigo na fundação, peço o fortalecimento da nossa profissão, junto as Abencs de todo o país. Viva a Abenc e viva a Engenharia Civil”, defende Borges.

 

O ex-presidente Enéas Cardoso, que não pode comparecer a sessão, foi – antes da fundação da entidade – um dos coordenadores da criação do primeiro regimento da Abenc. Através de seu sobrinho e representante, Ismael Galvão, recebeu os méritos do diploma e da placa e encaminhou mensagem de homenagem ao presidente vitalício. “Raimundo Pereira Borges, grande defensor da engenharia civil. É assim que associo ‘Borginho’ – como é carinhosamente apelidado por seus amigos –  à engenharia, pois se devotou de coração à esta causa! Seu grande sonho é ver a engenharia civil independente e reconhecida pela importância tanto de seus e para seus profissionais, como para o desenvolvimento e independência econômica do nosso país”, finalizou.

 

A solenidade foi encerrada com um coquetel de confraternização e o anúncio da Revista Eletrônica especial 30 anos da Abenc-BA, disponível no site www.abenc-ba.org.br

 

18 de agosto, às 18h – Inauguração da Galeria dos Presidentes da ABENC-BA‏

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A Associação Brasileira de Engenheiros Civis – Departamento da Bahia – Abenc-BA tem a honra de convidá-lo(a) para a solenidade de inauguração da Galeria dos Presidentes, comemorativa aos 30 anos de fundação da entidade, seguido de coquetel de confraternização.
 

18 de agosto de 2016, às 18h
Auditório Eng. Manoel Segura
Avenida Antônio Carlos Magalhães, 771 – Ed. Torre do Parque



Confirmar presença:
abenc-ba@abenc-ba.org.br

Confira a nova edição da Revista Eletrônica da ABENC-BA

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A segunda edição da Revista Eletrônica da Abenc-BA já está no ar! Acesse e confira artigos, notícias, além de matéria especial dedicada aos 30 anos de fundação da Abenc. Não deixe de dar a sua colaboração. Participe da entidade que trabalha em benefício do profissional e da sociedade.

 

Clique aqui e confira.

 

Crea e OEP definem critérios para emissão de registro profissional

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O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e a Ordem dos Engenheiros de Portugal (OEP) assinaram, em setembro de 2015, um Termo de Reciprocidade, que facilita o trânsito de engenheiros entre o Brasil e Portugal. As regras para a emissão do registro do engenheiro, com base no documento firmado entre os dois países, começaram a valer em maio, quando os Conselhos começaram a receber requerimento dos interessados. Na Bahia, apenas dois profissionais solicitaram certidão para este fim.

De acordo com as regras, os candidatos à mobilidade profissional deverão estar regularmente registrados nas duas entidades e precisarão apresentar formulário de requerimento preenchido com informações pessoais e profissionais, anexado de foto e cópia autenticada do passaporte e da cédula profissional. Devem ser profissionais graduados que tenham cursado, no mínimo, 3.600 horas no Brasil, e cinco anos de estudos em Portugal.

Segundo o presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, o acordo proporciona novas oportunidades de emprego para os brasileiros. “Especialmente para os jovens engenheiros, o Termo de Reciprocidade abre as portas do mundo, a começar por Portugal”. A iniciativa foi comemorada também pelo vice-presidente da Ordem, José Vieira, que considera a convenção um primeiro passo para o estreitamento de relações entre Brasil e Portugal: “Este é um ponto, não de chegada, mas de partida para um novo relacionamento entre os profissionais dos dois países. Que esta iniciativa seja estendida para outras nações também”, coloca.

Documentos necessários


Os interessados em registrar-se na OEP deverá se dirigir ao atendimento da sede do Crea-BA ou as 26 inspetorias do Conselho, localizadas no interior da Bahia e Região Metropolitana de Salvador (RMS) e apresentar os seguintes documentos:

a) cópia autenticada do passaporte da(s) página(s) que contém as informações pessoais e foto;

b) cópia autenticada da carteira de identidade profissional da(s) página(s) que contém as informações pessoais e foto;

c) uma fotografia colorida do requerente (tamanho passaporte), que não deverá ser colada no requerimento;

d) histórico escolar contendo carga horária do curso (cópia simples).

O Termo de Reciprocidade, o aditivo, requerimento e procedimentos para registro encontram-se disponíveis aqui.

 Fonte: Crea-BA – Nadja Pacheco – Com informações do Crea-PR

Saiba mais sobre a Federação dos Estudantes de Engenharia Civil da Bahia, apoiada pela Abenc-BA

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A Federação dos Estudantes de Engenharia Civil da Bahia (FEEC-BA) é a entidade representativa dos estudantes e seu curso em âmbito estadual. A FEEC-BA já atua há um ano no movimento estudantil com o intuito de representar, congregar e integrar as Entidades de Base, contribuir com a formação dos futuros Engenheiros Civis e com o desenvolvimento da Engenharia Civil na Bahia.

Formada exclusivamente por estudantes de Engenharia Civil, a FEEC-BA desenvolve muitos projetos que visam o benefício dos discentes. Dentre eles, há o Encontro de Estudantes de Engenharia Civil da Bahia (EC.BA), um dos principais eventos da Federação. No primeiro semestre de 2017, o evento acontecerá na nossa capital, organizado pelo Diretório Acadêmico de Engenharia Civil da Universidade Católica de Salvador e reunirá mais de 400 pessoas. Além disso, a Federação atua no desenvolvimento do conhecimento técnico-cientifico, servindo como ponte para grupos de pesquisa de todo o Estado e fomentando concursos entre os estudantes baianos.

Para saber mais informações, visite nossas mídias:

www.facebook.com/feecbae

www.feecba.com

Legenda da foto: Membros da FEEC-BA durante a última Assembleia Geral Ordinária, no V Encontro Nacional dos Estudantes de Engenharia Civil.

Primeira mestre de obras da Bahia, Maria do Amparo, recebe homenagens

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Considerada a primeira mulher mestre de obras da Bahia, Maria do Amparo, diretora do Sindicato dos trabalhadores da construção civil, recebeu a comenda Maria Quitéria da Câmara Municipal de Salvador. A honraria, que contou com a presença da diretora da Abenc, Aldiza Oliveira Santos Souza, foi entregue pelo vereador Sílvio Humberto (PSB). A solenidade aconteceu no Plenário Cosme de Farias, no dia 8 de julho.

De acordo com o socialista, Maria do Amparo possui o mesmo espírito libertário e revolucionário de Maria Quitéria, por isso conceder a horaria que além de uma homenagem, é também uma forma de reconhecer a história de luta de uma mulher que ao começar a trabalhar no setor de construção civil rompeu barreiras na década de 70.

“Maria do Amparo faz história e a sua trajetória é inspiradora. Ela é uma referência, pioneira e abriu caminhos para que hoje outras mulheres possam ser reconhecidas e respeitadas como profissionais da construção civil, Maria, uma mulher a frente do seu tempo”, diz o vereador Sílvio Humberto.

Maria do Amparo não esconde que passou por dificuldades, preconceitos e discriminação por ser uma mulher executando um trabalho “masculino”. “Sou pedreira, carpinteira, eletricista. Venci o preconceito com muita persistência e amor à profissão. Quando me davam uma chance de mostrar o meu trabalho, todos aprovavam”, conta.

E nem mesmo o fato de ter sofrido assédio moral em uma das empresas responsáveis pelas obras do Metrô, impediu que Maria do Amparo deixasse sua profissão de lado ou parasse de lutar por melhores condições de trabalho. “Entrei com um processo no Ministério Público do Trabalho e no Tribunal Regional do Trabalho.

anhei a causa em todas as instâncias e a empresa foi condenada”, afirma, ressaltando que sempre vale a pena lutar pelos seus direitos.

A sessão de entrega a honraria para a primeira mestre de obras da Bahia faz parte dos ciclos de atividades realizadas pelo vereador Sílvio Humberto (PSB) em homenagem ao dia da mulher afrolatina caribenha, celebrado no dia 25 de julho.

Livro de homenagem

O livro Simplesmente Maria, que narra a história de vida da trabalhadora da construção civil, Maria do Amparo, considerada a primeira mestre de obras da Bahia, e a sua luta contra o assédio moral, já está disponível em diversos pontos de venda em Salvador. O livro biográfico foi lançando oficialmente durante o 4º Seminário de Saúde e Segurança do Trabalho, realizado pelo Departamento de Saúde e Segurança do Trabalho (DSST) do Sintepav-BA.

De acordo com Maria do Amparo, o livro é a realização de um sonho que foi possibilitado, através do apoio do sindicato. “O livro é mais uma vitória na minha vida e só foi possível de ser realizado com o apoio do Sintepav que contribuiu de forma decisiva para que ele fosse lançado, permitindo que esse sonho se tornasse realidade”, declara Maria do Amparo.

 

Crédito das notícias: sintepav.org.br

Avanço tecnológico e progresso

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Fernando Alcoforado*

 

A 1ª Revolução Industrial, também chamada “era do carvão e do ferro”, ocorreu na Inglaterra, no século XVIII (1780-1830). A Inglaterra foi o primeiro país a desencadear esta revolução. Embora tenha causado mudanças não só na indústria, mas também na agricultura, pecuária, comércio, etc., as mais profundas se deram nos meios de produção. Foi introduzida a prática mecânica, com máquinas a vapor e a carvão, o trabalho assalariado, e a sociedade deixou de ser rural para ser urbana. A 2ª Revolução Industrial, que ficou conhecida como a “era do aço e da eletricidade”, ocorreu no período de 1860 a 1900. Ao contrário da 1ª Revolução Industrial países como Alemanha, França, Rússia, Itália e Estados Unidos também se industrializaram. O emprego do aço, a utilização da energia elétrica e dos combustíveis derivados do petróleo, a invenção do motor a explosão e o desenvolvimento de produtos químicos foram as principais inovações desse período. A indústria automobilística assume grande importância nesse período. O sistema de técnica e de trabalho desse período é o fordista, termo que se refere ao empresário Ford, sistema que se tornou o paradigma de regulação técnica e do trabalho conhecido em todo o mundo industrial até a década de 1970.

 

A 3ª Revolução Industrial tem início na década de 1970 do século XX. As atividades tornam-se mais criativas, exigem elevada qualificação da mão de obra e têm horário flexível. Foi uma revolução técnico científica desenvolvida pelos engenheiros da Toyota, indústria automobilística japonesa, que aboliu a função de trabalhadores profissionais especializados para torná-los especialistas multifuncionais. A organização do trabalho sofre uma profunda reestruturação. Dela resulta um sistema de trabalho polivalente, flexível, integrado em equipe, menos hierárquico. Após a década de 1970 ocorreu a Revolução Informacional ou Pós-industrial. É errôneo denominar 4ª Revolução Industrial ao que vem acontecendo após a 3ª Revolução Industrial porque as mudanças que estão ocorrendo não têm a indústria como seu espaço de aplicação. Estas mudanças estão presentes em toda a sociedade que pode ser denominada de pós-industrial. A Sociedade pós-industrial é o nome proposto por Daniel Bell, sociólogo norte-americano e professor emérito da Universidade Harvard, para uma economia que passou por amplas mudanças após o processo de industrialização.

 

A Sociedade pós-industrial é marcada por um rápido crescimento do setor de serviços, ao contrário da sociedade industrial, e um rápido aumento da tecnologia da informação tendo o conhecimento e a criatividade como as matérias primas cruciais de tais economias. É por isto que a era Pós-industrial é conhecida também como a era da Informação e do Conhecimento. Após a década de 1970, passou a existir, portanto, um tipo de sociedade que já não era baseada na produção agrícola, nem na indústria, mas na produção de informação, serviços, símbolos (semiótica) e estética. A sociedade pós-industrial se diferencia muito da sociedade industrial e isso se percebe claramente no setor de serviços, que absorve hoje cerca de 60% da mão de obra total, mais do que a indústria e a agricultura juntas, pois o trabalho intelectual é muito mais frequente do que o trabalho manual e a criatividade e mais importante do que a simples execução de tarefas especialmente nos países economicamente mais desenvolvidos.

Udo Gollub, CEO e fundador da empresa Sprachenlemen24 de Munique, fez conferência em Messe Berlin na Universidade da Singularidade quando apresentou previsões tecnológicas disponíveis no website <https://www.facebook.com/udo.gollub/posts/10207978845381135>, que se forem confirmadas reforçarão a Revolução Informacional ou Pós-industrial que vivenciamos. Em síntese, Udo Gollub afirma que: 1) o software irá destroçar a maioria das atividades tradicionais nos próximos 5-10 anos como o UBER vem fazendo com o serviço de táxis; 2) a Inteligência Artificial como a WATSON, da IBM, poderá oferecer aconselhamento jurídico (por enquanto em assuntos mais ou menos básicos) dentro de segundos, com 90% de exatidão se comparado com os 70% de exatidão quando feito por humanos; 3) em 2030, os computadores se tornarão mais inteligentes do que os humanos; 4) em 2018, os primeiros veículos serão dirigidos automaticamente; 5) ao redor de 2020, a indústria automobilística tradicional começará a ser demolida e a maioria das empresas fabricantes de carros poderá falir porque as companhias tecnológicas (Tesla, Apple, Google) adotarão a tática revolucionária construindo um computador sobre rodas; 6) carros elétricos se tornarão dominantes até 2020; e, 7) o preço da energia solar vai cair de tal forma que todas as mineradoras de carvão cessarão suas atividades ao redor de 2025.

 

Udo Gollub acrescenta que: 8) haverá impacto sobre a área da saúde porque teremos companhias que irão construir um aparelho médico (chamado Tricorder na série Star Trek) que trabalha com o seu telefone, fazendo o escaneamento da sua retina, testa a sua amostra de sangue e analisa a sua respiração (bafômetro). Ele analisará 54 bio-marcadores que identificarão praticamente qualquer doença; 9) o preço da impressora 3D mais barata caiu de US$ 18.000 para US$ 400 em 10 anos e se tornou 100 vezes mais rápida; 10) 70-80% dos empregos desaparecerão nos próximos 20 anos; 11) até 2020, haverá aplicativo chamado “moodies” (estados de humor) que já é capaz de dizer em que estado de humor a pessoa está e pode saber se a pessoa está mentindo pelas suas expressões faciais; 12) o BITCOIN (dinheiro virtual) pode se tornar dominante em 2020 e poderá até mesmo tornar-se moeda-reserva padrão; 13) ao redor de 2036, as pessoas poderão viver bem mais do que 100 anos; e, 14) até 2020, 70% de todos os humanos terão um smartphone.

 

Um fato é evidente: a sociedade vive, mais do que nunca, sob os auspícios e domínios da ciência e da tecnologia. A propaganda que se faz da ciência e da tecnologia é tão intensa que uma parcela significativa das pessoas acredita que elas só trazem apenas benefícios para a sociedade. Para o homem, a tecnologia torna a vida mais fácil, mais limpa e mais longa. O homem cultiva uma relação de dependência crescente em relação à ciência e à tecnologia na era contemporânea. É um comportamento habitual de grande parte da sociedade considerar a ciência e a tecnologia como libertadoras da humanidade dos fardos do trabalho e das ameaças representadas pelas forças da natureza. Somando a tudo isso, existe a visão generalizada de que o progresso científico-tecnológico traz não apenas o avanço do conhecimento, mas também uma melhoria real, inexorável e efetiva em todos os aspectos da vida humana.

 

A ciência não é vista apenas como libertadora, mas também como desumanizadora e escravizadora da vida humana. O crescimento descontrolado da tecnologia tem contribuído para destruir as fontes vitais de nossa humanidade ao criar uma cultura sem uma base moral. A tecnologia tem conformado nossas vidas porque estamos à mercê de sistemas interconectados e, o que é grave, porque estamos submissos à sua autoridade, moldando-nos ao seu funcionamento. A onipresença da tecnologia no mundo atual, aliada à sua maior complexidade, dá lugar a uma situação bastante problemática.

 

Tudo isto que acaba de ser relatado com base nas previsões de Udo Gollub impactará negativamente sobre o mundo do trabalho porque poderá levar ao fim do emprego e levará o mundo ao caos político, econômico e social nos planos nacional e mundial. Porém, impactará positivamente porque acelerará o fim do capitalismo como sistema mundial em meados do século 21 em consequência de seus rendimentos decrescentes (queda tendencial do crescimento do PIB e da taxa de lucro mundiais). O aspecto positivo do avanço científico e tecnológico reside no fato de contribuir também para levar o sistema econômico atual, paradoxalmente, ao colapso apontando a necessidade da invenção de um novo sistema econômico. Não será certamente no capitalismo que o mundo poderá conciliar as maravilhas da ciência e da tecnologia com o fim do emprego. Outro sistema econômico terá que ser inventado no qual a ciência e a tecnologia atuarão como libertadoras da humanidade dos fardos do trabalho.

 

*Fernando Alcoforado, 76, membro da Academia Baiana de Educação, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado.

 

Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (P&A Gráfica e Editora, Salvador, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012) e Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015). Possui blog na Internet (http://fernando.alcoforado.zip.net). E-mail: falcoforado@uol.com.br.